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Energize It!: Pode fazer o download do nosso jogo em http://goo.gl/6k4I. A actual versão é a 4.1.

domingo, 11 de abril de 2010

Post Semanal - ABCiência






Esta semana vamos buscar aos cofres da RTP o programa ABCiência. Um programa que procura promover a ciência para os mais novos, à semelhança do nosso projecto. O programa realiza experiências divertidas que apelam ao espectador, e vamos mostrar-vos três.

Um tornado dentro de uma garrafa:



E aqui está o motivo pelo qual não se deve pôr água num microondas:



Este ultimo é sobre circuitos eléctricos e pickles:



Para verem mais vídeos procurem por ABCiência nos motores de busca ( Youtube por exe.), existem muitas mais experiências como; bolhas de sabão indestrutíveis, água explosiva, foguetes em miniatura, canhões de confetis e mais!

domingo, 4 de abril de 2010

Post Semanal - O poder do núcleo!

A Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) informa que existem, hoje, em operação 439 centrais nucleares, distribuídas por 30 países, gerando cerca de 14% do total da energia eléctrica do mundo. Considerada como “energia limpa” e segura, a agência estima a sua ampliação nos próximos anos, mas especialistas afirmam que o fantasma de Chernobyl não deve se afastar completamente devido ao medo e ao desconhecimento que a população na sua maioria tem em relação ao tema.



O acidente da central nuclear de Chernobyl, aconteceu na Ucrânia no início da madrugada do dia 26 de Abril de 1986. Além dos trabalhadores que morreram nos dias seguintes ao acidente por intensa exposição à radiação depois de trabalhar no local, a região regista até hoje um aumento na incidência dos casos de pessoa que contraem cancro. Há duas teorias oficiais, mas contraditórias, sobre a causa do acidente. A primeira foi publicada em Agosto de 1986 e atribuiu a culpa, exclusivamente, aos operadores da central. A segunda teoria foi publicada em 1991 e atribuiu o acidente a defeitos no reactor RBMK.



Hoje em dia, o facto de os operadores das centrais nucleares serem extremamente bem qualificados, ter havido o aperfeiçoamento da tecnologia e dos utensílios usados nas centrais nucleares bem como as medidas de segurança tomadas torna as centrais nucleares muito seguras.

Especialistas consideram a probabilidade de acontecer um acidente numa central nuclear igual à probabilidade de um avião cair. O que revela que a probabilidade é baixa, só que, como num acidente nuclear pode haver liberação de radiação no meio ambiente, as consequências são muito piores. A tragédia adquire proporções catastróficas e os impactos ocorrerão por centenas de anos. As causas podem ser muito variadas, como por exemplo: um terramoto, um ataque terrorista, uma falha humana ou mecânica. Estes são apenas alguns dos problemas imprevistos que já acarretaram grandes acidentes nucleares.

Apesar dos riscos, a criação de energia eléctrica por centrais nucleares no mundo aumentou 75% entre 1986 e 2007, alcançando cerca de 2600 bilhões de kW/h. Até 2030, a AIEA estima que esse valor pode triplicar, uma vez que outros 43 países manifestaram interesse recentemente gerar energia por fenómenos nucleares.

A agência aponta que esse aumento deve-se principalmente a três factores: o aumento da demanda global por energia, a volatilidade dos preços dos combustíveis fósseis e o interesse em fontes de energias “limpas”. A central nuclear enquadra se nessa classificação porque não altera a qualidade do ar, não influencia na acidez da chuva e não emite dióxido de carbono. No entanto crescem as dúvidas sobre o futuro dos chamados dejectos nucleares que são os componentes gerados pelas centrais nucleares que não possuem mais condição de uso, mas ainda assim apresentam radioactividade…

Descobre como uma central nuclear funciona com a explicação, que não demora mais de 3 minutos, deste simpático senhor:

domingo, 28 de março de 2010

Post Semanal - O poder da electricidade!

Esta semana mostramos uma pequena parte da imensa história da electricidade, e aqueles que ajudaram a transformar este bruto poder da Natureza numa fonte de energia "controlada" e sem dúvida indespensável ao Homem nos dias modernos de hoje.

A electricidade era considerada antigamente como um poder enérgico e misterioso, até havia povos que assistiam a fenómenos eléctricos sem os enteder e interpretavam-os como intervenção divina. Mais tarde algumas culturas orientais consideravam o trovão, como um poder elementar da Natureza. Aliás a electricidade tomou uma grande parte na mitologia e foi muitas vezes associado a várias histórias do paranormal e do oculto.

A história da electricidade tem início na Antiguidade, na Grécia Antiga. De acordo com Tales de Mileto, ao se esfregar âmbar com pele de carneiro, observou-se que pedaços de palha eram atraídos pelo âmbar. A palavra eléktron (ἤλεκτρον) significa âmbar em grego. Desde então houve vários cientistas que realizaram diversas experiências sobre a electricidade mas que nunca conseguiram explicar, o que é o fenómeno.


No século XVIII, Luigi Aloisio Galvani estava a dissecar uma rã numa mesa onde tinha estado anteriormente a conduzir experiências sobre electricidade estática. Ao tocar com um bisturi no nervo exposto da perna da rã, que tinha capturado um electrão da mesa, ele reparou que a perna da rã saltou. O que o levou a concluir que existe electricidade dentro dos seres vivos.


Benjamim Franklin, um conhecido cientista americano, num espaço de poucos anos, fez descobertas sobre a electricidade que lhe trouxeram uma reputação internacional. Franklin identificou as cargas positivas e negativas e demonstrou que os raios são um fenómeno de natureza eléctrica, para além de ter inventado o primeiro pára-raios.
Franklin tornou esta teoria inesquecível através da experiência extremamente perigosa de fazer voar um papagaio durante a trovoada, no dia 1 de Outubro de 1752. Ele escreve mais tarde, que estava consciente dos perigos e dos modos alternativos de demonstrar que o trovão era eléctrico. Se Franklin fez a experiência, ele não a fez da forma descrita, porque era simplesmente demasiado arriscado.

Alessandro desenvolveu a pilha voltaica e é um dos precursores para a electroquímica moderna. Graças às suas contribuições no campo científico, uma importante medida eléctrica o Volt, foi nomeada em sua homenagem. Mas agora vamos aprofundar o que Volta e outros cientistas descobriram. O seguinte vídeo explicará sucitamente a corrente elétrica:



A electricidade é um fenómeno criado pela interacção de cargas eléctricas positivas (+) ou negativas (-), estáticas ou em movimento. E agora vamos ver uma experiência sobre a electricidade e a sua potência, onde é utilizado uma corrente de 15.000 volts!

domingo, 21 de março de 2010

Post Semanal - O processo de edição das imagens para "Energize It"

Neste post vamos explicar-vos como editamos as imagens para o jogo que o nosso grupo está a criar no âmbito da disciplina de Área de Projecto, chamado "Energize It".

Normalmente, para alguns casos mais complexos, recorremos a imagens da internet. Gravámo-las no computador e editámo-las posteriormente no Adobe Photoshop CS4.

O primeiro passo é criarmos uma imagem que se possa inserir bem num fundo constituído por um padrão destes "quadrados". Aqui em cima encontra-se o exemplo do fundo que pré-definimos para o jogo: o fundo da relva que criamos no Photoshop.


A seguir, após termos escolhido logo no início esta imagem da montanha, seleccionamos a porção que queremos incluir dentro do quadrado do padrão de fundo (note-se o recorte na imagem).


Isto é como a imagem deverá ficar após termos concluído o recorte.


Após termos feito o recorte da montanha, inserimo-la, como mencionado previamente, na imagem-padrão da relva (teremos que a redimensionar primeiro).
Acrescentámo-lhes detalhes, como um pequeno castanho semi-transparente em volta da montanha, para criar um aspecto mais apelativo ao jogador. A imagem pode parecer muito "pixelada", pois isso deve-se à grande ampliação que usamos para dar estes detalhes.


Podemos ver como acrescentámos outros detalhes nesta imagem: as nuvens e alguma coloração. São estes pequenos detalhes, como já iremos ver, que iram fazer a diferença.


Após se ter editado o suficiente a imagem da montanha fundida com a relva, vamos gravá-la primeiro no formato PSD ou PDD (o formato nativo do Adobe Photoshop CS4). Isto irá permitir-nos editar a imagem de uma forma que não conseguiríamos, caso a tivéssemos gravado em JPG, BMP, GIF, etc. Poderemos editar as várias "layers" ou "camadas" da imagem: as nuvens, o solo, a relva, as montanhas (são estas algumas das camadas que usamos para editar a imagem).


Convém após o passo prévio, gravar a imagem em JPG, o melhor formato para este caso, quando quereremos colocar a imagem da montanha no fundo do jogo, com a relva, rios, centrais, cidade, etc.


Assim é que se vê como a montanha integra-se com o terreno da relva. É com algum trabalho e dedicação que se obtêm imagens semelhantes para fazermos as centrais, rios, cidade e outros elementos para o nosso jogo. Espero que tenham aprendido alguma coisa com o nosso tutorial.

domingo, 14 de março de 2010

Post Semanal - A Central Tejo: um exemplo de uma central termoeléctrica

Esta semana vamos falar de uma central termoeléctrica, a Central Tejo. Esta central foi construída em 1908 para satisfazer as necessidades energéticas de Lisboa e foi sendo aumentada ao longo dos tempos para conseguir fornecer a energia necessária à capital. Em 1951, tornou-se numa central de reserva (uma central que só funciona quando as existentes não são o suficiente) e em 1975 foi finalmente fechada. Em 1991, a EDP tornou a Central Tejo no Museu da Electricidade com o intuito de ensinar às pessoas como uma central funcionava e também mostrando que outros tipos de centrais existem.


Nas centrais termoeléctricas, a electricidade é produzida através de dínamos impulsionados por vapor. Este vapor provém do aquecimento de água pela queima de recursos minerais tal como o carvão e o petróleo.

Na Central Tejo, o material mais utilizado era o carvão. O carvão chegava através do rio e era levado dos barcos para a central e colocado no "crivo". Lá era triturado para ser depois elevado para a mistura de carvões (para optimizar a relação custo - energia). Daí era levado para a central propriamente dita, as caldeiras:


O carvão é depois queimado em tapetes rolantes que permitem que todo o carvão seja queimado. À medida que o carvão avançava, o carvão ia caindo e era recolhido para ser reutilizado (se ainda não estivesse queimado). Por cima dos tapetes estavam dispostos vários tubos com água que ia aquecendo. Ao aquecer, começava a evaporar e a aumentar a pressão. Esse vapor de alta-pressão era então dirigido para uma turbina.


A turbina é o centro da produção eléctrica e é comum à maior parte das centrais eléctricas mudando apenas a forma de a mover. Na turbina utiliza-se a indução electromagnética para criar energia (ver O que são a Indução Electromagnética e o Fluxo Magnético?).

O vapor ia em seguida para uma série de tubagens que, com a ajuda da água do rio, o arrefeciam e que possibilitam a reutilização dessa água.