domingo, 16 de maio de 2010
Post Semanal - Apresentação dos Produtos Finais à Turma
A seguir, falámos do jogo e de como o fizemos, desde o pensar dos valores para as centrais até a construção do código passando pela execução das imagens.
No final de mostrar como o jogo está actualmente, trouxemos a bicicleta para a sala e explicámos como a construímos, com a ajuda do Sr. Mário. Convidámos a Leonor, uma colega nossa, a pedalar um pouco na bicicleta para exemplificar a produção eléctrica da bicicleta. Demonstrámos também a diferença entre ligações em série e em paralelo e a razão pela qual escolhemos fazer as nossas ligações em paralelo.
Por fim, respondemos às perguntas da turma e do professor.
Podem ver a apresentação nos seguintes vídeos:
domingo, 9 de maio de 2010
Post Semanal - Eureka
Como sabem, o nosso projecto envolve uma bicicleta que ao pedalar, gira um tubo onde estão colocados ímanes, cobertos por uma bobine imóvel e que desta forma induzem corrente. Ocorre indução electromagnética quando existe uma variação de fluxo de um campo magnético num condutor eléctrico (ver post sobre indução magnética). Portanto a nossa ideia era colocar quatro parafusos (para ajudar na indução), cada um envolvido por uma pequena bobine, colocada em paralelo com os ímanes, de maneira a que o campo magnético atravessasse as bobines e induzisse corrente eléctrica.
Os ímanes rodam directamente no tubo, enquanto que os parafusos estão presos num suporte que, por sua vez, suportam as bobines.

As bobines (fio de cobre enrolado), colocadas nuns carrinhos de linha, estão representados por círculos a laranja.
Os carrinhos estavam ligados em série, ou seja, a corrente percorria os 4, sem haver "caminhos" alternativos (de modo a que a energia criada fosse máxima).
Decidimos voltar aos planos iniciais: desenrolámos as bobines que tínhamos feito no outro dia e enrolámos o cobre num suporte maior (de modo que a bobine estivesse a envolver o tubo com os ímanes).
Só para dar uma noção do quão fraca era a energia produzida, nem sequer acendíamos um LED (cerca de meio milímetro de tamanho).
Estivemos um pouco mais de 3 horas à volta da bicicleta e quando estávamos quase a desistir, o Pedro lembrou-se de colocar a bobine grande perpendicularmente ao campo magnético produzido pelos ímanes.
Rejubilámos de alegria pois tínhamos finalmente conseguido criar energia suficiente para acender um (vários na verdade) LED.
E foi aí que esboçámos novos planos para onde colocar as bobines (por baixo e por cima dos ímanes de forma a que o campo seja perpendicular à bobine).
Fica aqui então a perspectiva de como as coisas estão a correr e uma promessa de energias altas no futuro. Estamos a sonhar com ligar talvez um rádio. Tudo é possível e só depois de tudo montado é que saberemos!
domingo, 2 de maio de 2010
Post Semanal - Uma semana em construção
Abertura das encomendas - 27 de Abril
Montagem - 29 de Abril
domingo, 25 de abril de 2010
Post Semanal - A História da Bicicleta
Entre os séculos XV e XVI, foram desenvolvidos vários veículos de duas e quatro rodas que funcionavam através de um mecanismo de correntes, alavancas e outros dispositivos que eram muito incómodos aos utilizadores pois os vários mecanismos faziam os veículos desconfortáveis, cansativos e muito propícios a quedas.
Aqui temos o exemplo o exemplo de um antigo design conhecido, que era na altura uma moda mas um parelho muito perigoso pois ao cair as pessoas estavam uma posição muito acima do solo e cair da bicicleta significava quase sempre ferimentos graves.
Conjecturas mais actuais inserem a bicicleta na História à volta do inicio do século XVIII, com aparições de um meio antecessor à bicicleta, designado de celerífero na França em 1790. Houve outros desenvolvimentos em França e também na Escócia. Em 1862, Ernest Michaux consegue fabricar 143 unidades em doze meses, e é considerado o primeiro fabricante oficial de bicicletas, como em resultado da ideia de Michaux em 1875 nasceu a primeira fábrica de bicicletas.
Aqui vemos a evolução gradual das bicicletas:
Este gráfico mostra a evolução da bicicleta, à medida que o tempo avançava as bicicletas tornavam-se cada vez mais estáveis, seguras e menos fatigantes. Os projectos das bicicletas evoluíram de meios transportes desconfortáveis e perigosos, a meios equilibrados, a máquinas funcionais, à introdução de pedais, à produção em massa influenciada pela Revolução Industrial, à excentricidade dos designs, aos perigos inerentes a certas bicicletas e à sua influência como um meio transporte social que está disponível a todos e que possui muitas variantes e serve hoje tanto como treino, desporto, lazer e até como fonte de energia.
domingo, 18 de abril de 2010
Post Semanal - Bicicletas do Futuro






Este veículo é um híbrido de uma bicicleta e uma viatura eléctrica. Chega a atingir velocidades de 80 quilómetros por hora, a intensidade com que se pedala, controla a aceleração e quando se pedala também se carrega parcialmente a bateria da "bicicleta".
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